O espaço conta com três pavimentos em uma área de 2,7 mil metros quadrados. A obra custou R$ 10,7 milhões e foi apontada pelo ministro como uma das prioridades da sua pasta. “Encontramos em todo o país cerca de 700 obras de universidades federais paralisadas ou em ritmo muito lento e nós assumimos o compromisso de priorizamos a conclusão”, destacou Mendonça Filho. O ministro conheceu todas as áreas da faculdade, entre elas a sala de ressuscitação onde estão bonecos para simulação das técnicas de ressuscitação.
No edifício irão funcionar a administração da coordenação do curso, os laboratórios e as salas de aula. No térreo, ficam a recepção, auditório, salas para a segurança, sala para o sistema de lógica, banheiros, copa e depósito de material de limpeza. No primeiro andar estão as salas de avaliação, de monitoramento, de professores e de espera, área de integração e convivência, sala de tecnologia da informação, laboratório morfofuncional, de habilidades clínicas e salas de tutoria. “É importante destacar o resgate da identidade física do curso. Além disso, o prédio foi moldado para os novos modelos do ensino, permitindo que aperfeiçoemos o ensino da Medicina”, ressaltou o diretor do CCD, Nicodemos Teles.
No último pavimento estão os núcleos de desenvolvimento do docente e de avaliação, departamentos de medicina clínica, materno infantil, de cirurgia, de medicina tropical, medicina social, neuropsiquiatria e patologia. Além das respectivas secretarias, sala de formação do docente, núcleo de metodologia, centro de estudo/pesquisa, núcleo de ensino e serviço, escolaridade geral, secretaria geral, sala de coordenação, coordenação de internato, sala para equipe técnica de assessorias e projetos, sala de reunião, banheiros, copa e depósito de material de limpeza. “Com o prédio, será possível enriquecer também as atividades de pesquisa e de articulação com os serviços e a formação das residências e da pós-graduação, tanto do Centro de Ciências da Saúde, como do nosso Hospital das Clínicas”, afirmou o reitor Anísio Brasileiro.
A estudante do 7º período do curso de medicina, Gabriela Pimentel, 20 anos, ficou animada com o prédio novo. “Como tem vários laboratórios, acredito que as aulas práticas vão ajudar na nossa formação”, afirmou.
Fonte: Diario de Pernambuco



