Principalmente quando os médicos não estavam familiarizados com os sintomas por se tratar de uma doença nova para eles. Então, se a o quadro de infecção da Chikungunya agravava o caso de uma pessoa com problema cardiovascular e ela morria, só a causa final do óbito era registrada. Nesse caso, por exemplo, um infarto”, relatou o médico.
A pesquisa faz questão de explicar que não propõe que todas essas pessoas morreram por chikungunya, mas sugere subnotificação. “Não é uma coincidência. Porque também fizemos uma análise do contexto e não há nenhuma situação anormal que aumentasse muito as mortes, como uma guerra que aumentaria as mortes violentas. Em estados com epidemia houve aumento. Os outros, não”, afirmou Brito.
Fonte: Folha de Pernambuco



