Acontece que o médico prestou concurso na área de clínica médica e se vê hoje sendo obrigado pela secretaria a atuar de cursos e atividades da Ginecologia e obstetrícia. (Leia no documento na íntegra)
Acontece que o fato vem ocorrendo há pelo menos um ano, foi denunciado pelo Simeam e teve uma parada retornando agora os treinamentos e se tornando mais latente com a questão do reordenamento que coloca os profissionais médicos em situação de risco, os expondo a falta de condições de atender pacientes em situação de emergência.
No caso do Dr. Alessandro, as atividades de pré-natal não se encaixam em suas atividades das quais foi contratado para exercer na saúde básica, mas antes disso é necessário que se entenda os riscos de desvios de função como estes. O profissional precisa ser especializado na área para exercer tal atividade.
A mesma coisa acontece em outras categorias dentro da secretaria de saúde do município, onde os agentes comunitários de saúde (ACS) atuam constantemente na função de farmacêuticos controlando e dispensando medicamentos.
Fica aqui o questionamento à população e as autoridades, até quando isso? Perde a população, perde os profissionais e os recursos que são destinados a saúde são trabalhados de forma equivocada, diminuindo a cada ano por conta de jeitinhos errados que são dados a problemas antigos. Concurso para médicos especialistas, concurso para farmacêuticos, não ao desvio de função.
Fonte: Assessoria de Comunicação do Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam)



