O Congresso debate como ponto central o tema “Saúde no Centro da Agenda de Desenvolvimento do Brasil: Ampliação e qualificação do Acesso do Cidadão ao SUS”. Na mesa “Gestando Redes de Arenção à Saúde por Meio das Linhas do Cuidado” a Presidente do CONASS Beatriz Dobash, faz uma colocação interessante que tem rebatimento no acesso e na qualidade, utilizando uma reflexão de Mendes em 2009 nos lembra que “No SUS há a incoerência entre a situação epidemiológica com predominância das condições crônicas (75% da carga de doença) e o modelo de organização dos serviços voltados para as condições agudas.”
Luís Augusto Fachini, Presidente da Abrasco, conclui em sua apresentação que o SUS é uma das mais expressivas conquistas da sociedade brasileira, porém tem enfrentado retrocessos e entraves, necessita de uma maior financiamento para as demandas presentes e futuras e gastos mais criteriosos. Reconhece a necessidade de médicos no Brasil e defende a valorização das Universidades Federais que devem responder a esta demanda.
Heider Pinto, diretor da Atenção Básica do MS, no Curso Atenção Básica que Queremos explica que o MS combinará estratégias regulatórias, educacionais, financeiras e de apoio técnico e profissional para garantir a “Saúde em todos os Lugares”, fará um mapa das necessidades de especialidades médicas por regiões que orientará a abertura de vagas de residência só onde há necessidade.



