Falta de melhorias nas unidades de saúde do Alto Acre vira alvo de queixa ao MS e de denúncia no Congresso Nacional

Os diretores do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) visitaram o Hospital Raimundo Chaar e unidades de saúde de Brasiléia e Epitaciolândia, entre os dias 15 e 16, e verificaram que os problemas continuam a se agravar, como a falta de médicos e de estrutura para atender a população. No ambulatório, o cheiro de esgoto domina o ambiente que é dividido por pacientes e médicos.

Os problemas já foram relatados ao Ministério Público Estadual (MPE) e ao Conselho Regional de Medicina (CRM) se transformando em processo que há anos está parado na Justiça. Com a falta de resolução, os sindicalistas aproveitaram uma agenda de políticos para apresentar os problemas e pedir que o caso seja tratado no Congresso Nacional e que o Ministério da Saúde (MS) seja comunicado com o objetivo de cobrar as melhorias.

“Já buscamos os órgãos fiscalizadores e a Justiça, mas até o momento nenhuma ação prática foi feita, por isso encaminhamos um pedido para que parlamentares possam cobrar em Brasília a responsabilização dos gestores que abandonaram o Alto Acre”, justificou o presidente do Sindmed-AC, Ribamar Costa.

Nos dados fornecidos pelo MS, o novo hospital geral de Brasileia, que deveria ter sido entregue há anos, recebeu um investimento de R$ 39 milhões por parte do governo federal, faltando a contrapartida do Estado para complementar os R$ 54 milhões para a finalização das obras e a abertura do estabelecimento de saúde para a população.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sindicato dos Médicos do Estado do Acre (Sindmed – AC)

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