Médicos aprovados na último concurso para a saúde do Recife estão inquietos com uma dúvida importante: porque não há o chamamento de aprovados se há uma demanda evidente e crescente na rede municipal? Na procura de respostas e de providências, os profissionais se reuniram nesta segunda-feira (15/05), com o presidente do Simepe, Tadeu Calheiros, na sede da entidade.

A categoria reivindica o chamamento urgente, visto que no edital há a garantia de uma convocação mínima que ainda não foi cumprida. Além disso, os profissionais relatam que existe vacância comprovada nas unidades de saúde, além de postos de trabalho ocupados por profissionais de programas que tem, por finalidade, atender locais de difícil provimento, como o programa Mais Médicos.

“Queremos respostas urgentes da Prefeitura do Recife para esses questionamentos da categoria. Se há necessidade comprovada e profissionais aptos e aprovados, porque a morosidade?  Além disso, precisamos saber como a PCR justificará legalmente o fato da cidade ser abarcada pelo Mais Médicos, uma vez que não há nenhuma dificuldade de composição de quadro com os profissionais que aguardam?”, indaga o presidente do Simepe, Tadeu Calheiros.

Após o encontro, ficou acertado que a categoria e a direção do Simepe voltam a se reunir na próxima semana com a Defensoria Médica da entidade. A reunião será na terça-feira (22/05), novamente no Sindicato, a partir das 14h.