Pelo menos cinquenta civis morreram no norte da Síria, inclusive crianças, em ataques com mísseis contra hospitais em Aleppo e Idleb, duramente condenados pelas Nações Unidas e por Washington, enquanto Moscou responsabilizou a aviação americana pela destruição de um hospital da organização Médicos Sem Fronteiras em Idleb. Os ataques foram considerados “violações flagrantes do direito internacional” pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon. O Departamento de Estado americano criticou, por sua vez, “a brutalidade do regime de (Bashar al) Assad” e pôs “em dúvida a vontade e/ou capacidade da Rússia e contribuir para detê-la”. Em Moscou, o embaixador da Síria, Riad Haddad, refutou as acusações dos Estados Unidos, denominando-as de “guerra de informações”.
Fonte: Jornal do Commercio



