A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) decidiu ontem que o cirurgião Cláudio Amaro Gomes, acusado de ser mandante da morte do colega Artur Eugênio, irá a júri popular juntamente com Jailson Duarte César, também envolvido no assassinato. O Poder Judiciário negou um recurso protocolado pelos réus, que tentavam evitar o tribunal do júri. A data da sessão ainda não foi definida e a defesa de ambos pode recorrer. Outros dois réus serão julgados a partir de hoje.
A defesa de Cláudio Amaro Gomes pediu que o cirurgião fosse beneficiado com prisão domiciliar em virtude de um quadro de hemacromatose, doença que causa acúmulo de ferro nos órgãos. A Justiça negou a solicitação. O relator do processo, o desembargador Alexandre Assunção, disse que o acusado poderá receber assistência médica dentro da unidade prisional.
Cláudio Amaro está preso no Centro de Observação e Triagem, em Abreu e Lima, desde junho de 2014. O médico responde por homicídio duplamente qualificado (por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima). Jailson Duarte César responde por homicídio duplamente qualificado e dano qualificado.
Hoje, o filho dele, Cláudio Júnior, e um outro réu, Lyferson Barbosa da Silva, vão a julgamento na 1ª vara do Tribunal do Júri, em Jaboatão dos Guararapes. Na quarta-feira da semana passada, a sessão foi adiada porque Cláudio Júnior alegou que seu advogado estava doente e os outros dois advogados habilitados no processo foram destituídos da ação no mesmo dia.
Cláudio Júnior será julgado por homicídio duplamente qualificado (por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima) em concurso material com furto qualificado mediante fraude, com comunicação falsa do crime e dano qualificado pelo uso de substância inflamável. Lyferson responderá por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa) em concurso material com dano qualificado.
Artur Eugênio foi encontrado morto em 12 de maio de 2014, na BR-101, no bairro de Comporta, Jaboatão. Segundo denúncia do Ministério Público, o crime teria sido motivado por desentendimentos entre ele e Cláudio Amaro Gomes, seu ex-chefe.
Cláudio teria contado com a ajuda do filho, que teria pago Jailson para contratar outros dois envolvidos, Lyferson e Flávio Braz, para matar Artur Eugênio. Flávio morreu numa troca de tiros com a Polícia Militar em 8 de fevereiro do ano passado.
A defesa de Cláudio Amaro Gomes pediu que o cirurgião fosse beneficiado com prisão domiciliar em virtude de um quadro de hemacromatose, doença que causa acúmulo de ferro nos órgãos. A Justiça negou a solicitação. O relator do processo, o desembargador Alexandre Assunção, disse que o acusado poderá receber assistência médica dentro da unidade prisional.
Cláudio Amaro está preso no Centro de Observação e Triagem, em Abreu e Lima, desde junho de 2014. O médico responde por homicídio duplamente qualificado (por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima). Jailson Duarte César responde por homicídio duplamente qualificado e dano qualificado.
Hoje, o filho dele, Cláudio Júnior, e um outro réu, Lyferson Barbosa da Silva, vão a julgamento na 1ª vara do Tribunal do Júri, em Jaboatão dos Guararapes. Na quarta-feira da semana passada, a sessão foi adiada porque Cláudio Júnior alegou que seu advogado estava doente e os outros dois advogados habilitados no processo foram destituídos da ação no mesmo dia.
Cláudio Júnior será julgado por homicídio duplamente qualificado (por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima) em concurso material com furto qualificado mediante fraude, com comunicação falsa do crime e dano qualificado pelo uso de substância inflamável. Lyferson responderá por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa) em concurso material com dano qualificado.
Artur Eugênio foi encontrado morto em 12 de maio de 2014, na BR-101, no bairro de Comporta, Jaboatão. Segundo denúncia do Ministério Público, o crime teria sido motivado por desentendimentos entre ele e Cláudio Amaro Gomes, seu ex-chefe.
Cláudio teria contado com a ajuda do filho, que teria pago Jailson para contratar outros dois envolvidos, Lyferson e Flávio Braz, para matar Artur Eugênio. Flávio morreu numa troca de tiros com a Polícia Militar em 8 de fevereiro do ano passado.

Fonte: Diario de Pernambuco



