Ampliar as formas de combate ao mosquito Aedes aegypti é uma das principais estratégias do novo plano de enfrentamento às arboviroses assinado ontem pelo prefeito do Recife, Geraldo Julio. A ideia é expandir a instalação das ovitrampas (armadilhas) nos pontos de maior incidência do mosquito. O Alto José Bonifácio, na Zona Norte do Recife, será o local de partida para os novos equipamentos. Hoje, há uma armadilha para cada 250 imóveis e a proposta é de instalar em todas as residências das áreas consideradas de maior risco.
O objetivo é não recuar no combate ao mosquito, mesmo o Recife tendo conseguido reduzir o percentual do Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRA) de 4,8% das casas com focos do mosquito para 1,2%. O índice é o menor percentual em uma década. “Enquanto a ciência não nos entregar outra forma de enfrentar as arboviroses, nós não podemos recuar um milímetro no combate ao mosquito, pois cada criança que deixou de nascer com zika é uma vitória”, ressaltou o prefeito.
De acordo com o secretário de Saúde do Recife, Jailson Correia, as ovitrampas apresentam vantagens no monitoramento e controle do mosquito. “Nós temos uma velocidade maior das informações colhidas pelas armadilhas que nos mostram a quantidade de ovos depositados e a garantia de que esses ovos morrem antes de se tornarem mosquitos”, revelou.
Outra ação prevista no novo plano é a criação de brigadas ambientais nas empresas. A proposta é fazer um cadastro de empresas, escolas e universidades e capacitar equipes que ficarão responsáveis pelas ovitrampas. “Nós vamos oferecer treinamento para as empresas que tiverem interesse em participar”, afirmou o Jailson Correia.
A Secretaria de Saúde do Recife também não descarta o uso de novas tecnologias para combater o mosquito, a exemplo da esterilização da fêmea. “Nós apoiamos todas as experiências nesse sentido e estamos construindo um convênio com o Ministério da Saúde e a Moscamed, especialista nesse tipo de serviço em larga escala”, afirmou. Embora esteja entre as ações para 2017, ainda não há um prazo de implantação. Também haverá ampliação da teleconsultoria, na qual um especialista poderá tirar dúvidas por telefone de equipes que fazem atendimentos nas unidades de saúde. “Dessa forma a gente reduz o agravamento de quadros, que podem ter o encaminhamento adequado”, explicou o secretário.
Em 2016, o plano contou com 54 ações distribuídas em 19 secretarias. Para 2017, estão previstas 81 atividades em 18 órgãos. O lançamento da nova estratégia serviu também para comparar os avanços conquistados no plano de 2016. Há um ano, o Recife estava em pleno pico da infestação das doenças por arboviroses e desde junho deste ano saiu desta situação.
“O município tem feito o dever de casa e Pernambuco tem sido referência no atendimento às arboviroses. Em 2015 eram só duas unidades de saúde e hoje temos 26 para esse tipo de atendimento. Reduzimos a distância de 400km para 50km”, disse o secretário estadual de Saúde, Iran Costa.
O objetivo é não recuar no combate ao mosquito, mesmo o Recife tendo conseguido reduzir o percentual do Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRA) de 4,8% das casas com focos do mosquito para 1,2%. O índice é o menor percentual em uma década. “Enquanto a ciência não nos entregar outra forma de enfrentar as arboviroses, nós não podemos recuar um milímetro no combate ao mosquito, pois cada criança que deixou de nascer com zika é uma vitória”, ressaltou o prefeito.
De acordo com o secretário de Saúde do Recife, Jailson Correia, as ovitrampas apresentam vantagens no monitoramento e controle do mosquito. “Nós temos uma velocidade maior das informações colhidas pelas armadilhas que nos mostram a quantidade de ovos depositados e a garantia de que esses ovos morrem antes de se tornarem mosquitos”, revelou.
Outra ação prevista no novo plano é a criação de brigadas ambientais nas empresas. A proposta é fazer um cadastro de empresas, escolas e universidades e capacitar equipes que ficarão responsáveis pelas ovitrampas. “Nós vamos oferecer treinamento para as empresas que tiverem interesse em participar”, afirmou o Jailson Correia.
A Secretaria de Saúde do Recife também não descarta o uso de novas tecnologias para combater o mosquito, a exemplo da esterilização da fêmea. “Nós apoiamos todas as experiências nesse sentido e estamos construindo um convênio com o Ministério da Saúde e a Moscamed, especialista nesse tipo de serviço em larga escala”, afirmou. Embora esteja entre as ações para 2017, ainda não há um prazo de implantação. Também haverá ampliação da teleconsultoria, na qual um especialista poderá tirar dúvidas por telefone de equipes que fazem atendimentos nas unidades de saúde. “Dessa forma a gente reduz o agravamento de quadros, que podem ter o encaminhamento adequado”, explicou o secretário.
Em 2016, o plano contou com 54 ações distribuídas em 19 secretarias. Para 2017, estão previstas 81 atividades em 18 órgãos. O lançamento da nova estratégia serviu também para comparar os avanços conquistados no plano de 2016. Há um ano, o Recife estava em pleno pico da infestação das doenças por arboviroses e desde junho deste ano saiu desta situação.
“O município tem feito o dever de casa e Pernambuco tem sido referência no atendimento às arboviroses. Em 2015 eram só duas unidades de saúde e hoje temos 26 para esse tipo de atendimento. Reduzimos a distância de 400km para 50km”, disse o secretário estadual de Saúde, Iran Costa.

Fonte: Diario de Pernambuco



