A saúde continua na UTI

A professora da Rede Estadual de Educação, Maria Clara Vasconcelos Fonseca, 53 anos, acidentou-se, no dia 2 passado, com um vidro que cortou o seu punho direito, perdendo os movimentos da mão direita. Na emergência, teve indicação cirúrgica, porém, o Sassepe, plano de saúde dos servidores, autorizou a operação, mas não o material para a sua realização. Agora, a professora, com mais de 20 anos servindo ao Estado, luta na Justiça para conseguir o material necessário, fazer a cirurgia e voltar a dar aulas. Por sua vez, um leitor denuncia que pacientes, que precisam de certos cuidados no Hospital Otávio de Freitas, em Tejipió, enfrentam dificuldades. Por exemplo: caso o doente precise de exames cardiológicos ou da supervisão de um oncologista, a instituição não dispõe e nem faz o contato com outras entidades para atendimento prioritário. O paciente é levado para outro hospital sem nenhuma atenção diferenciada e o acompanhamento, geralmente, não é feito por médicos, mas por enfermeiros e técnicos. É preciso ficar na espera como qualquer outro, independente da situação.

Fonte: Folha de Pernambuco

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