Os médicos denunciam ainda ao Simepe que, na sala vermelha (casos graves), os pacientes ficam, muitas vezes, em poltronas ou cadeiras de rodas. Já a sala amarela (não graves), recebe, todos os dias, de 15 a 20 pessoas, quando só cabem 10. Faltam macas e ambulâncias.
Fonte: Folha PE



