Os três tipos de planos populares de saúde propostos pelo governo ainda dependem da avaliação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre sua viabilidade técnica, mas já começam a repercutir entre especialistas e órgãos de defesa do consumidor. Pontos como redução de cobertura – com um novo rol de procedimentos -, liberação de reajustes para os planos individuais, flexibilidade dos prazos para agendamento de consultas e procedimentos, coparticipação de 50% do valor do procedimento, hoje esse percentual não ultrapassa a 30%, e plano regionalizado, não estão recebendo boa aceitação, embora ainda não se tenha acesso à íntegra da proposta.
Para o advogado Arnon Velmovistky, o consumidor terá que ficar muito atento a essas mudanças, inclusive para saber quais os procedimentos haverá coparticipação e o percentual de queda na mensalidade: “Pode ser que simplesmente não seja vantajoso”, alerta.
Ele também acha controversa a previsão de que seja exigia uma segunda opinião médica para alguns procedimentos. “Na minha avaliação isso não cabe, e pode ser derrubado na Justiça. Quem precisa de saúde tem pressa”.
Fonte: Jornal do Commercio



