Antônio Lopes Miranda: exemplo de compromisso e ética com a medicina

Antônio Lopes Miranda, pernambucano de Moreilândia, médico cirurgião- geral, formado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em 08/12/1972), numa turma de 213 colegas.  Os médicos Humberto Câmara e Luciano Siqueira foram colegas de turma, mas não colaram grau.  Ao longo dos 43 anos  de profissão ensinou e aprendeu com uma gama expressiva de médicos.  Casado, pai de dois filhos, é o primeiro médico da família que começou as primeiras lições na Escola Reunidas dos trabalhadores rurais do Sitio dos Moreiras, município de Serrita. Em seguida, foi para o Ginásio Municipal de Salgueiro, onde prestou exame para admissão. Os cursos ginasial e cientifico  foram feitos no Colégio Salesiano do Sagrado Coração/Recife, entre os anos de 1960 e 1966. Foram momentos de lições e experiências inesquecíveis. Quem luta, conquista.

“Asas da imaginação”

Em verdade, antes de ser o médico, Antônio Lopes sonhava em ser aviador, pois gostava de viajar nas “asas da imaginação pelos céus da América do Sul”.  Mas, a vida tem dessas coisas. Ele seguiu a medicina. Com afinco se dedicou aos estudos e escreveu sua própria história. Na UFPE, por exemplo, teve dois grandes mestres: os professores Bezerra Coutinho e Hélio Mendonça. Cada um no seu estilo de forma irrepreensível. Logo depois da formação acadêmica, doutor Antônio Lopes, entrou no Exército em 1973, onde se formou como oficial médico e ficou no posto de major por 13 anos, tendo pedido baixa por proibição de trabalhar no meio civil.  Mas, é inegável, o Exército foi outra importante escola de vida. Trabalhou como médico nos hospitais: Barão de Lucena, Geral do Recife e Restauração, onde exerceu todos os cargos, ganhou respeito e credibilidade. É um apaixonado pelo HR e explica por que: “O HR é um exemplo, uma referência, para todos os médicos. Lá tem os mais completos e competentes profissionais”.

Ontem e hoje

Pelo fato de ter maior contato com o paciente, a medicina de ontem era mais clínica e pedagógica. Mesmo assim, ele reconhece que a tecnologia de hoje possibilitou avanços e tem ajudado aos médicos em seus diagnósticos, tratamentos e cirurgias. Do ponto vista da união das entidades médicas, ele considera que os frutos plantados pelo Simepe, Cremepe e AMPE são sempre de boa colheita. “O entrosamento, a participação e a mobilização nos últimos tempos continuam fazendo a diferença.”, pontou.  Um médico virtuoso que fez da medicina a sua própria essência de vida, com inúmeros cursos, concursos, atividades de ensino e pesquisa, estágios, além de atividades culturais, títulos, menções honrosas e condecorações.

Por: Chico Carlos

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