Seriane disse que os sintomas podem ser desde os muito leves até os claramente reconhecidos por qualquer pessoa, como a perda de movimentos de um lado do corpo e do rosto. “Quando a pessoa perde o movimento todo mundo sabe que pode ser um AVC, o problema é quando ela está com uma dor de cabeça leve, toma um remédio e vai deitar, depois tem dificuldade para acordar, tem sonolência excessiva, dor de cabeça que não melhora”. Além do esquecimento, que muitas pessoas acreditam ser normal e passageiro, mas na verdade se não houver o tratamento no tempo adequado pode deixar sequelas definitivas, ressaltou.
O médico alerta ainda que o atendimento ao paciente que está sofrendo um AVC precisa ser rápido e quem estiver por perto não deve esperar o serviço de emergência. “É preciso levar a pessoa por conta própria ao pronto-socorro mais próximo. A não ser em caso de queda, pois aí é importante um atendimento com a imobilização adequada. Se não houver trauma, o transporte pode ser feito por meio comum e simples”, disse o médico. No caso de a pessoa estar inconsciente, com um AVC grave, é importante o resgate e o cuidado para passar as informações mais corretas.
Entre os fatores de risco que podem levar ao AVC estão a idade avançada, pressão alta,
tabagismo, colesterol elevado, diabetes, arritmia ou problemas com as válvulas cardíacas, histórico familiar de derrames, reincidência (quem já teve o problema anteriormente).
Fonte: Agência Brasil



