É crítico o estado que a saúde pública e particular vêm atravessando. Pacientes são jogados de unidade em unidade de atendimento. Médicos apenas proferem um diagnóstico. Os hospitais estão superlotados, sem acomodação necessária para comportar um contingente frente a uma epidemia social. Estive, na última quarta-feira, na urgência Unimed 1, onde presenciei cenas lamentáveis. O espelho da sociedade é essa desorganização e despreparo perante a situações cada vez mais corriqueiras.
Fonte: Jornal do Commercio



