Escravidão cubana
Não há a menor dúvida que, no caso dos médicos cubanos, o governo brasileiro acoberta o trabalho escravo. Cuba se apropriará de 90% dos salários e os cubanos permanecerão na mesma miséria de antes. Trabalharão oito horas diárias, não terão direito a férias, previdência social, 13º salário e, contrariando os tratados internacionais, mesmo casando com uma brasileira, serão deportados de volta a seu país de origem. E o pior, numa discriminação hedionda, seus colegas estrangeiros não se submeterão ao mesmo tratamento. A condição de escravidão é tão clara, que só uma mente obsessiva pelo poder, no caso o ministro da saúde, não sabe ou se faz que não reconhece essa situação.
Raul de Araújo Lira – Recife
Raul de Araújo Lira – Recife
Fonte: Diario de Pernambuco



