BRASÍLIA – O Conselho Federal de Medicina (CFM) anunciou ontem um reforço na fiscalização das unidades de saúde públicas e privadas em todo o País. Resolução da entidade lista uma série de procedimentos que deverão ser observados. “Unidades que não seguirem as especificações terão um prazo para atender às exigências”, afirmou o vice-presidente da entidade, Emmanuel Fortes. As fiscalizações começam em janeiro.
Fortes afirmou que o texto vem sendo avaliado pelo conselho há pelo menos quatro anos e não está relacionado ao programa Mais Médicos. “A ideia não é suspender o atendimento. É garantir a segurança da população”, disse Fortes.
As exigências variam de acordo com o grau de complexidade dos atendimentos médicos. Aqueles mais simples, por exemplo, são obrigados a ter pia, sabonete, estetoscópio e balança, entre outras coisas. Entre as regras da resolução está a necessidade da presença constante de médicos nos estabelecimentos onde pacientes recebem medicação.
“Não basta ter um profissional da área de saúde. É preciso ter um médico para o caso de o medicamento ter efeito colateral”, completa Fortes.
Fonte: Jornal do Commercio



