COLUNA – DIÁRIO URBANO (Luce Pereira)

Mais por menos

Na edição desta sexta-feira, a coluna mostrou que a Unidade de Saúde Brites Albuquerque, da Prefeitura de Olinda, ficou mais de 24 horas sem água e, portanto, sem condições de atendimento, o que gerou sobrecarga para o Hospital do Tricentenário. Hoje, a dúvida de leitores, em função do que ocorreu, tem a ver com os repasses mensais feitos pela PMO para as duas casas: a maternidade Brites Albuquerque recebe R$ 800 mil para realizar 50 partos ao mês, enquanto o Tricentenário, apenas R$ 100 mil para dar conta de 550, no mesmo período. Hein?

Como antes

Não está claro o que fez, até agora, aquele grupo que a reitoria da UFPE criou para mapear as maiores demandas e necessidades do Hospital das Clínicas. Elevadores quebrados continuam piorando o nível de dificuldade de usuários, que já está de bom tamanho.

Pedras no caminho


Ruim com ele, pior sem ele, dizem críticas mais suaves a respeito do SUS. A chefe do Departamento de Saúde Coletiva (Nesc), da Fiocruz, Idê Gurgel Dantas, embora reconhecendo avanços no sistema de saúde pública, opina que o caminho é longo e as dificuldades, muitas, como a questão do acesso. “Há universalidade (SUS para todos), mas acesso não, o que dificulta a integralidade da assistência, que praticamente inexiste. Não há articulação entre prevenção, cura e reabilitação”. No Nesc (UFPE), às 8h30 do dia 30, debate com entrada franca sobre este e outros aspectos, dentro das homenagens aos 25 anos do SUS.

Fonte: Diario de Pernambuco

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