A decisão foi aprovada por unanimidade pelos membros do órgão, que consideram que as mudanças no sistema representariam um corte de R$ 12 bilhões em investimentos nos próximos dois anos. Além disso, os integrantes do CNS, que é a instância máxima de deliberação das políticas públicas de saúde no país, se recusaram também a participar da reforma que Temer quer fazer no sistema de saúde.
Fonte: Portal Vermelho



