CORRIDA CONTRA O CÂNCER SE AMPLIA

O Grupo de Ajuda à Criança Carente com Câncer em Pernambuco (GAC-PE) realizou, pelo segundo ano, a Corrida Contra o Câncer Infanto-Juvenil. O evento ocorreu, ontem, durante as ações do Recife Antigo de Coração, no Bairro do Recife. Nesta edição, o número de participantes chegou a 1.000 pessoas, superando as 600 inscrições do ano passado. Organizada em parceria com a Corpore Sano Running, a corrida conta com apoio e patrocínio de empresas.

A iniciativa está alinhada ao “Novembro Dourado”, mês dedicado ao combate ao câncer. O dia 23 de novembro foi instituído por lei como o Dia Nacional de Combate ao Câncer Infanto-Juvenil. “A novidade este ano foi a participação de crianças de 6 a 12 anos, nos 200 metros. Ficamos impressionados com o número de 100 inscritos”, diz a presidente do GAP, Vera Morais. A ideia do evento é chamar atenção para importância do diagnóstico precoce, que hoje é a melhor maneira de vencer a doença, aumentando as chances de cura.

“A corrida contribui para a conscientização, além de o valor das inscrições se reverter para financiar ações do GAC”, explica Vera. A instituição tem 400 crianças em atendimento. As inscrições custaram R$ 40 (5 km e 10 km) e R$ 20 para a categoria infantil (200 m).

A corrida premiou os três primeiros colocados em cada categoria, tanto feminino quanto masculino. Os vencedores na prova de 5 km foram Ana Terra Ventura e José Roberto. Nos 10 km, o degrau mais alto do pódio foi ocupado por Sandra da Silva e José Rodrigues. Os vencedores receberam kits de empresas parceiras. Os primeiros lugares ganharam, ainda, uma estada com acompanhante em hotéis da Rede Pestana em todo o Brasil, e seis meses de malhação gratuita nas unidades da Academia Hi.

“Acho que a corrida é importante porque chama atenção para os perigos do câncer”, diz Ana Terra, 19 anos, que venceu sua primeira corrida. Ela começou o esporte em maio, com o grupo FIT Cardio. Já José Rodrigues, 37, é corredor há uma década. “Sabemos que os recursos arrecadados vão servir para cuidar de crianças com câncer, numa instituição séria”, diz.

Fonte: Jornal do Commercio

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