Segue abaixo resposta do diretor do Cremepe, Ricardo Paiva, sobre as críticas do secretário estadual de Saúde, Antônio Carlos Figueira, publicadas na editoria de Cidades, do Jornal do Commercio desta quarta-feira (17/07):
O Cremepe, através do diretor Ricardo Paiva, afirma que defender que maternidade não tenha médico obstetra nem pediatra, e apenas parto por enfermeira, é a prova da incompetência da Secretaria Estadual de Saúde (SES) para resolver o descalabro das pernambucanas não terem onde parir.
Confira abaixo a matéria na íntegra:
Secretário rebate críticas do Cremepe
O secretário estadual de Saúde, Antônio Carlos Figueira, rebateu ontem as críticas do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), que denunciou na segunda-feira a superlotação e falta de estrutura em três grandes maternidades do SUS no Estado, duas delas de administração direta do governo estadual. “Aumentamos a capacidade de atendimento de todos os serviços, estamos construindo novos e ajudando prefeituras na reabertura e instalação de unidades”, enfatizou.
Segundo ele, a rede de alta complexidade vive estrangulada em razão da baixa resolutividade das maternidades municipais. Figueira, no entanto, disse que não podia culpar os municípios, pois não acredita que os prefeitos façam isso por vontade própria, mas pela dificuldade em montar equipes. Muitas vezes um parto deixa de ser realizado porque o Cremepe exige a presença do obstetra, do pediatra e do anestesista e falta um desses profissionais, exemplificou.
Figueira defende que, em municípios onde não há equipe médica completa, o parto normal seja conduzido por enfermeira, como ocorre em países desenvolvidos.
Até 2014 serão entregues o Hospital da Mulher de Caruaru e a Maternidade Metropolitana Sul, em Jaboatão. Está havendo ampliação em quatro outros serviços, três do interior.
Fonte: Jornal do Commercio.
Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.



