
O Simepe vem denunciando de longa data o caos do sistema materno infantil junto aos Conselhos de Saúde, Cremepe, gestores da saúde e MPPE, o que resultou em audiências públicas e encaminhamentos à SES e ao COSEMS. No entanto, a falta de uma politica de Recursos Humanos, por parte dos gestores, que contemple concursos públicos, melhores condições de trabalho, equipes médicas bem dimensionadas, carreira, salários compatíveis com a responsabilidade do profissional, provocaram a situação caótica a que os profissionais destes serviços estão submetidos.
Em se tratando de uma prioridade da gestão, até quando os médicos terão que esperar? A crise é de longa data com agravamento nos últimos sete meses. Os médicos vem pedindo demissão continuamente, por não suportarem mais a exposição ao risco no exercício profissional. Qual tem sido o compromisso com o trabalhador e a sociedade?
O Simepe se solidariza com os profissionais que, no ultimo final de semana deram plantão na Maternidade Barros Lima/Casa Amarela, onde trabalharam com uma superlotação, muito além da capacidade do serviço.O Simepe continua lutando pela valorização do trabalho médico e denunciando o descaso na assistência materno-infantil.



