Planejado desde meados de 2016, um aplicativo para ajudar cuidadores de crianças com microcefalia e doenças raras ganha forma a várias mãos. Une mães, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas, psicológos e designers. Para batizá-lo, o grupo escolheu a palavra Amma, o resumo da expressão“Amor maior”. A proposta é facilitar as atividades dos cuidadores, pessoas que, passada a ebulição midiática em torno da microcefalia, por exemplo, se veem sozinhas ou com raras mãos a ajudá-las. Quando pronto, em aproximadamente dois meses, o Amma será disponibilizado para integrantes de duas instituições de mães de meninos e meninas com doenças raras e microcefalia. Será a partir de observações dessas mães que a equipe multidisciplinar do projeto, gestado da observação de profissionais ligados ao Conselhor Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito), finalizará o aplicativo para experimentação. Até lá, os cuidadores trocam experiências por telefone e por grupos em redes sociais. Recursos tecnologicamente limitados, dizem, mas que já fortalecem a solidariedade e os laços de amizade.
Fonte: Diario de Pernambuco



