Em pauta, doenças inegligenciáveis

Doença de chagas, hanseníase, esquistossomose, tuberculose, tracoma, geo-helmintíase, filariose e leishmaniose visceral. Todas essas são doenças consideradas negligenciadas pelo sistema de saúde. De acordo com o Programa Estadual de Combate à Tuberculose, Pernambuco é o estado de maior mortalidade pela doença no País. Em 2015, foram notificados 4.671 casos, que geraram 408 óbitos. Para melhorar os indicadores inaceitáveis dessas enfermidades, a organização internacional humanitária Médicos Sem Fronteiras promoveu, ontem, o debate “Doenças negligenciadas, das necessidades aos cuidados: uma história de luta pelo acesso à saúde”, no auditório do Procape/UPE. Um dos convidados do evento foi o diretor da superintendência do Programa Estadual SANAR, Alexandre Meneses, que apresentou metas para aumentar a cura de tuberculose para mais de 85% e reduzir o abandono para menos de 5% em 15 municípios até 2018. Entre as estratégias criadas pelo programa estão o assessoramento técnico às equipes de atenção primária à saúde e a intensificação das ações com populações mais vulnerável às doenças.

Fonte: Folha de Pernambuco

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