Além disso, durante a reunião foi elaborado um comunicado à população e à imprensa sobre as implicações da aprovação dos dez vetos ao Ato Médico Leia na íntegra aqui , que sanciona por Lei, o exercício da medicina.
De acordo com o secretário geral da FENAM, João Batista, o sentimento da derrota com a aprovação dos vetos presidenciais é de toda a sociedade. “É uma aberração. Os vetos não passaram pela mesa de negociação nacional. Nós ganhamos apenas na mobilização da categoria”, destacou João.
Ficou definido também o aumento da vigilância e denúncia sobre casos de exercício ilegal da medicina por outras categorias profissionais. Outra medida anunciada na reunião foi a produção de um vídeo institucional da FENAM com o presidente, direcionado aos médicos.Assista aqui .
Para a presidente do sindicato dos Médicos de Minas Gerais, Amélia Pessoa, a manutenção dos vetos demonstra que o Congresso Nacional recuou na decisão tomada há 30 dias, após pressão do Palácio do Planalto. “Nós temos que nos mobilizar imediatamente, traçar uma estratégia, mostrar a nossa indignação e a nossa força”, destacou Amélia.
Na ocasião, também ficou aprovada as despesas de mobilização do movimento médico, já autorizadas pela Diretoria Executiva. Também ficou decida a realização de Congresso Extraordinário da FENAM, no próximo dia 30 de novembro, no Rio de Janeiro, também já aprovada em reunião da diretoria da entidade.
Participaram da reunião, além dos membros da federação, os presidentes dos sindicatos dos médicos do Mato Grosso, Amazonas, Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais; vice-presidentes da Paraíba e do Distrito Federal e médicos do Amazonas.



