Formação médica em risco

Enquanto a estrutura física do Huoc permanece danificada e o quadro de funcionários não supre a demanda, a formação de futuros médicos está em risco. Os estudantes da UPE, que têm na unidade a chance de colocar os conhecimentos em prática, reclamam das condições. O estudante de medicina Artur Brito, 23 anos, reclama que as ações emergenciais anunciadas ontem pela Sectma são insuficientes.

“O nosso campo de prática está reduzido, isso influencia diretamente na qualidade do serviço que prestamos a população”, opinou Artur Brito, que faz parte do Diretório Acadêmico do curso de medicina. Segundo ele, as atividades curriculares necessárias para as turmas do 7º período do curso foram as mais prejudicadas. “Não temos como colocar as discussões teóricas na prática”.

Ontem, mais de 300 estudantes protestaram em frente à Setma. Vestidos com batas brancas e equipados com estetoscópios, reivindicavam a abertura de vagas para profissionais de saúde além de um plano de reestruturação da unidade com investimentos a longo e médio prazo. “Estamos trabalhando para que sejam tomadas medidas emergenciais e também para o futuro do hospital”, afirmou o reitor da UPE, Carlos Calado. Uma reunião foi marcada para amanhã, às 11h30, entre os estudantes e a reitoria da UPE.

Fonte: Diario de Pernambuco

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