Cheguei às cinco horas da manhã, já tinha fila de idosos, em pé e sem prioridade num recinto com odor de fezes e urina humana. Fui atrás de uma licença de saúde atacado pela dengue e junto da maldita fila, uma poça da água e lama paradas, os mosquitos me picando e contagiando os outros. Era essa a situação miserável que vive os pacientes servidores públicos de Pernambuco. Sem falar no mercado negro de agiotas e bancos dentro de uma repartição pública abordando os frágeis doentes e velhinhos. Um dia a casa cai na cabeça desse bando de gestores insensíveis.
Fonte: Diario de Pernambuco



