O cirurgião Martin Salia, de 44 anos, morreu, ontem, no Centro Médico de Nebraska, nos EUA, onde estava internado desde sábado. Morador de Maryland, Salia contraiu o vírus enquanto trabalhava em um hospital de Freetown, em Serra Leoa, país africano onde nasceu. Salia foi o primeiro cidadão de Serra Leoa infectado pelo ebola a ser repatriado para os EUA, onde outras nove pessoas já recebem tratamento. Outra morte ainda não confirmada por ebola foi Marcel Rudasingwa nomeado pelas Nações Unidas para coordenar a luta contra o vírus na Guiné. Elemorreu ontememConacri, pouco mais de um mês após sua nomeação para o cargo. CRUZ VERMELHA Funcionários da Cruz Vermelha que ajudam na luta contra o ebola no oeste da África afirmaram que o vírus está se espalhando e que eles estão tendo dificuldades para recrutar profissionais de saúde para combatê-lo.”É mais fácil convocar pessoas para ir ao Iraque, apesar dos riscos de segurança no País”, disse Antoine Petitbon.O cirurgião Martin Salia, de 44 anos, morreu, ontem, no Centro Médico de Nebraska, nos EUA, onde estava internado desde sábado. Morador de Maryland, Salia contraiu o vírus enquanto trabalhava em um hospital de Freetown, em Serra Leoa, país africano onde nasceu. Salia foi o primeiro cidadão de Serra Leoa infectado pelo ebola a ser repatriado para os EUA, onde outras nove pessoas já recebem tratamento. Outra morte ainda não confirmada por ebola foi Marcel Rudasingwa nomeado pelas Nações Unidas para coordenar a luta contra o vírus na Guiné. Elemorreu ontememConacri, pouco mais de um mês após sua nomeação para o cargo. CRUZ VERMELHA Funcionários da Cruz Vermelha que ajudam na luta contra o ebola no oeste da África afirmaram que o vírus está se espalhando e que eles estão tendo dificuldades para recrutar profissionais de saúde para combatê-lo.”É mais fácil convocar pessoas para ir ao Iraque, apesar dos riscos de segurança no País”, disse Antoine Petitbon.
Fonte: Folha de Pernambuco



