Precariedade nas condições de trabalho. Essa é a principal queixa dos médicos vinculados ao Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu) na cidade de Petrolina, no Vale do São Francisco, que seguem firmes na luta por melhorias necessárias no serviço. Na noite desta terça-feira (13), a categoria participou de reunião coordenada pelo vice-presidente do Simepe, Walber Steffano, com a presença do diretor regional da entidade, José Alberto, e do diretor executivo, Fernando Junior além do acompanhamento da Defensoria Médica, representada pelo advogado João Moreira Filho.
Na oportunidade, os médicos do SAMU – concursados e contratados – relataram que enfrentam dificuldades no atendimento, bem como na transferência dos pacientes para unidades de saúde de Petrolina e de outros municípios. Eles cobraram respeito da gestão municipal em relação aos pleitos de condições de trabalho, unificação das gratificações e cumprimento das resoluções do Cremepe que versam sobre o funcionamento do Samu.
O Sindicato vai enviar ofício, solicitando reunião com a Secretaria Municipal de Saúde em busca de informações e esclarecimentos. Além disso, seguirá vigilante em relação à função do serviço, uma vez que em Petrolina virou apenas uma unidade de transferências e de declaração de óbitos.



