Os seis grandes hospitais públicos de Pernambuco passarão ainda neste ano a ter um controle mais rígido de gastos. Trata-se de uma readequação de práticas de trabalho para que, de forma eficiente, evite desperdícios e otimize os recursos públicos. Serão eles: Hospital da Restauração, Otávio de Freitas, Getúlio Vargas, Regional do Agreste, Barão de Lucena e Agamenon. Os setores que receberão o pente fino são os de destinação de resíduos sólidos, lavanderia e alimentação. O trabalho já vem em testes em outras unidades de saúde do estado desde o início do ano passado e começa agora a ser implantado nos hospitais vinculados à Universidade de Pernambuco (UPE). Para se ter ideia, os primeiros relatórios de resultado do Plano de Promoção da Qualidade do Gasto (Qualigasto) constataram uma redução de até 30% nas despesas.
De acordo com a diretora de controle da qualidade dos gastos, Elisângela Lôbo, as medidas da Secretaria da Controladoria Geral do Estado buscam afinar os serviços, integrando os profissionais e sensibilizando os agentes da responsabilidade da eficácia no tratamento de despesas. “Os hospitais pagam à empresa contratada para dar destinação aos resíduos sólidos um valor por quilo, sendo R$ 2,50 a média de preço do quilo do lixo biológico e R$ 0,20 o quilo do lixo comum. Vamos conscientizar sobre a responsabilidade de separá-los, porque misturar pode resultar em um pagamento de lixo comum ao custo de lixo biológico.”
Na atividade de alimentação, o principal entrave era o controle de acesso ao refeitórios. A solução foi implantar uma catraca que limita o ingresso a servidores e a acompanhantes. Em relação ao serviço de lavanderia, a diretora explica que a atenção do trabalho foi voltada ao serviço prestado pela empresa. “O que foi contratado, por exemplo, foi o serviço de lavagem da roupas, entregues embaladas e separadas por bloco da unidade de saúde. E o que chegava era uma grande pilha de roupas, o que exigia uma equipe para fazer a separação. Outro detalhe é que, no contrato, caso se observasse que alguma roupa de cama estava danificada, a empresa fizesse os reparos. Mas não vinha fazendo. O estado tinha uma pessoa que fazia o serviço, mesmo pagando à empresa. E foi corrigido”, destacou.
De acordo com a diretora de controle da qualidade dos gastos, Elisângela Lôbo, as medidas da Secretaria da Controladoria Geral do Estado buscam afinar os serviços, integrando os profissionais e sensibilizando os agentes da responsabilidade da eficácia no tratamento de despesas. “Os hospitais pagam à empresa contratada para dar destinação aos resíduos sólidos um valor por quilo, sendo R$ 2,50 a média de preço do quilo do lixo biológico e R$ 0,20 o quilo do lixo comum. Vamos conscientizar sobre a responsabilidade de separá-los, porque misturar pode resultar em um pagamento de lixo comum ao custo de lixo biológico.”
Na atividade de alimentação, o principal entrave era o controle de acesso ao refeitórios. A solução foi implantar uma catraca que limita o ingresso a servidores e a acompanhantes. Em relação ao serviço de lavanderia, a diretora explica que a atenção do trabalho foi voltada ao serviço prestado pela empresa. “O que foi contratado, por exemplo, foi o serviço de lavagem da roupas, entregues embaladas e separadas por bloco da unidade de saúde. E o que chegava era uma grande pilha de roupas, o que exigia uma equipe para fazer a separação. Outro detalhe é que, no contrato, caso se observasse que alguma roupa de cama estava danificada, a empresa fizesse os reparos. Mas não vinha fazendo. O estado tinha uma pessoa que fazia o serviço, mesmo pagando à empresa. E foi corrigido”, destacou.

Fonte: Diario de Pernambuco



