Pesquisadores norte-americanos visitaram ontem o Centro de Reabilitação Menina dos Olhos, da Fundação Altino Ventura para conhecer as técnicas de reabilitação desenvolvidas para crianças com microcefalia associada ao zika vírus. Eles querem levar o conhecimento já adquirido no estado para ajudar nas pesquisas que estão sendo desenvolvidas nos Estados Unidos, onde já foram confirmados 279 casos de mulheres grávidas contaminadas pelo zika, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), nos Estados Unidos.
A Fundação Altino Ventura trabalha atualmente com 200 crianças, que são atendidas por oftalmologistas, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e fonoaudiólogas. Helena Miranda, 10 meses, começa a mostrar as primeiras evoluções após a rotina de terapias de estímulos visual e auditivo que recebe três vezes por semana. “Ela era mais paradinha e hoje reage, abre a mão para pegar os brinquedos”, atestou a mãe Nicole Melo, de 23 anos.
Cada conquista também é festejada pelo profissionais que atuam de forma pioneira no mundo e estão abrindo caminho para um modelo de tratamento inédito. “Esse trabalho é uma amostra de que a ciência do Nordeste está em condições de realizar trabalhos importantes. Vários artigos de muita relevância foram publicados a partir daqui”, enfatizou o professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Rubens Belfort Júnior, que desde de novembro do ano passado visita a Fundação.
Aumentar os investimentos nas pesquisas é um caminho defendido pelos especialistas. “Os médicos daqui sabem mais do que nós e têm muito a contribuir”, afirmou o diretor do Instituto Wilmer Eye, da Pensilvânia, Willian May. Ele e o chefe de oftalmologia da Universidade Johns Hopkins, da Maryland Peter MacDowell, acompanharam as técnicas de reabilitação visual, apoio fisioterápico e neurológico.
“Algumas crianças apresentam problema do globo ocular e outras são afetadas na área cortical cerebral. E isso tudo está causando um dano funcional à visão. A nossa equipe multiprofissional tem desenvolvido um protocolo baseado em normas da Organização Mundial de Saúde e do Ministério de Saúde utilizando a tecnologia para fazer o diagnóstico e tratamento adequado”, ressaltou a presidente da Fundação, Liana Ventura.
A fila de espera da Fundação Altino Ventura já chega a 183 crianças.“O desafio é muito grande. Essa visita traz um resultado muito positivo pela perspectiva de pesquisas e colaboração, com esse intercâmbio técnico-científico para trocar experiência somando esforços. Essas parcerias nacionais e internacionais nos dão novas oportunidades para melhor a qualidade de vida das crianças e das suas famílias. Nos sentimos honrados com essa visita e em ser referência mundial”, conta a presidente.
A Fundação Altino Ventura trabalha atualmente com 200 crianças, que são atendidas por oftalmologistas, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e fonoaudiólogas. Helena Miranda, 10 meses, começa a mostrar as primeiras evoluções após a rotina de terapias de estímulos visual e auditivo que recebe três vezes por semana. “Ela era mais paradinha e hoje reage, abre a mão para pegar os brinquedos”, atestou a mãe Nicole Melo, de 23 anos.
Cada conquista também é festejada pelo profissionais que atuam de forma pioneira no mundo e estão abrindo caminho para um modelo de tratamento inédito. “Esse trabalho é uma amostra de que a ciência do Nordeste está em condições de realizar trabalhos importantes. Vários artigos de muita relevância foram publicados a partir daqui”, enfatizou o professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Rubens Belfort Júnior, que desde de novembro do ano passado visita a Fundação.
Aumentar os investimentos nas pesquisas é um caminho defendido pelos especialistas. “Os médicos daqui sabem mais do que nós e têm muito a contribuir”, afirmou o diretor do Instituto Wilmer Eye, da Pensilvânia, Willian May. Ele e o chefe de oftalmologia da Universidade Johns Hopkins, da Maryland Peter MacDowell, acompanharam as técnicas de reabilitação visual, apoio fisioterápico e neurológico.
“Algumas crianças apresentam problema do globo ocular e outras são afetadas na área cortical cerebral. E isso tudo está causando um dano funcional à visão. A nossa equipe multiprofissional tem desenvolvido um protocolo baseado em normas da Organização Mundial de Saúde e do Ministério de Saúde utilizando a tecnologia para fazer o diagnóstico e tratamento adequado”, ressaltou a presidente da Fundação, Liana Ventura.
A fila de espera da Fundação Altino Ventura já chega a 183 crianças.“O desafio é muito grande. Essa visita traz um resultado muito positivo pela perspectiva de pesquisas e colaboração, com esse intercâmbio técnico-científico para trocar experiência somando esforços. Essas parcerias nacionais e internacionais nos dão novas oportunidades para melhor a qualidade de vida das crianças e das suas famílias. Nos sentimos honrados com essa visita e em ser referência mundial”, conta a presidente.

Fonte: Diario de Pernambuco



