Paciente, de 45 anos, tinha síndrome respiratória aguda grave
Um paciente de 45 anos, notificado em 16 de abril com síndrome respiratória aguda grave (SRAG), no Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip), veio a óbito na última terça-feira (24/4). Após análise laboratorial, feita pelo Laboratório Central de Pernambuco (Lacen-PE) e divulgada na quinta-feira (26/4), foi constatada a presença do vírus da gripe H1N1 nas amostras coletadas. A informação foi confirmada, em nota, pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) na manhã desta sexta-feira (26). O órgão acrescenta que, junto à unidade de saúde e ao município de origem do paciente (Recife), por meio da secretaria municipal de Saúde, investiga o caso do homem, que tinha comorbidade (doença crônica), o que pode ter contribuído para o agravamento do quadro de gripe.
É importante destacar que a SES está, permanentemente, monitorando a circulação dos vírus respiratórios no Estado e que os casos de Srag reduziram 38,5% em relação ao mesmo período de 2017. Rotineiramente, o órgão também está em contato com os serviços de saúde e com os municípios para reforçar a importância da notificação de SRAG, quando há a internação do paciente, e do uso da medicação (oseltamivir) para os casos com recomendação.
Imunização
A SES também reforça que os municípios pernambucanos estão abastecidos da vacina contra a influenza, que protege contra três vírus da doença: A(H1N1), A(H3N2) e B. Ao todo, mais de 2,3 milhões de pernambucanos estão aptos a participar da campanha. Fazem parte dos grupos prioritários: idosos, crianças de 6 meses a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas (mulheres que tiveram filhos a até 45 dias), trabalhador de saúde, professores, povos indígenas, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.
Fonte: Jornal do Commercio



