O problema das ambulâncias vai além da empresa Higiene. A situação dos veículos que realizam o serviço em Pernambuco também é alvo de queixas dos motoristas. Os responsáveis por operar o deslocamento questionam a infraestrutura mecânica e elétrica das ambulâncias e denunciam a ausência de fiscalização pelos órgãos competentes. Na quinta-feira, às 9h30, o Sindicato dos Condutores de Ambulâncias do Estado de Pernambuco (Sindconam-PE) realizará uma reunião para discutir a atual situação com entidades de saúde, trânsito e jurídicas.
Durante o evento, a entidade vai propor a criação de um selo de garantia para os veículos, por parte das vigilâncias sanitárias e a vistoria anual deles. A reunião acontecerá no Sindicato dos Servidores Públicos Federais (Sindsep), na Rua Fernandes Vieira. Do encontro, sairão também diretrizes para uma audiência pública sobre o tema, a ser realizada em 7 de novembro deste ano, em Brasília.
O sindicato de motoristas estima que existam 15 mil ambulâncias em operação, entre municipais, estaduais e terceirizadas. Dessas, pelos menos 60% estariam operando em condições precárias, sem equipamentos como oxigênio, ar-condicionado e até medicamentos obrigatórios. Há relatos de portas traseiras fechadas com arames e cadeados, outras em que o veículo opera com parabrisas quebrados e pneus carecas. E ainda casos de superlotação dos automóveis e desvio de finalidade deles.
“É muito comum também políticos adesivarem veículos e colocarem pessoas sem qualificação para transferência de pacientes. Além de ser um risco à vida delas, na maioria das vezes as blitze não param, pois não há o costume de parar esse tipo de carro. Então, eles permanecem operando irregulares. Muitas vezes, também somos obrigados a exceder a carga horária”, afirmou o presidente do Sindconam-PE, Nilson José Meira.
Pela resolução 375/2011 do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), a assistência de enfermagem nas unidades móveis, em situação de risco conhecido ou desconhecido, só pode ser desenvolvida na presença de enfermeiro. Na prática, nem sempre isso acontece, afirma também o Sindconam-PE.
Durante o evento, a entidade vai propor a criação de um selo de garantia para os veículos, por parte das vigilâncias sanitárias e a vistoria anual deles. A reunião acontecerá no Sindicato dos Servidores Públicos Federais (Sindsep), na Rua Fernandes Vieira. Do encontro, sairão também diretrizes para uma audiência pública sobre o tema, a ser realizada em 7 de novembro deste ano, em Brasília.
O sindicato de motoristas estima que existam 15 mil ambulâncias em operação, entre municipais, estaduais e terceirizadas. Dessas, pelos menos 60% estariam operando em condições precárias, sem equipamentos como oxigênio, ar-condicionado e até medicamentos obrigatórios. Há relatos de portas traseiras fechadas com arames e cadeados, outras em que o veículo opera com parabrisas quebrados e pneus carecas. E ainda casos de superlotação dos automóveis e desvio de finalidade deles.
“É muito comum também políticos adesivarem veículos e colocarem pessoas sem qualificação para transferência de pacientes. Além de ser um risco à vida delas, na maioria das vezes as blitze não param, pois não há o costume de parar esse tipo de carro. Então, eles permanecem operando irregulares. Muitas vezes, também somos obrigados a exceder a carga horária”, afirmou o presidente do Sindconam-PE, Nilson José Meira.
Pela resolução 375/2011 do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), a assistência de enfermagem nas unidades móveis, em situação de risco conhecido ou desconhecido, só pode ser desenvolvida na presença de enfermeiro. Na prática, nem sempre isso acontece, afirma também o Sindconam-PE.
Fonte: Diario de Pernambuco



