Novo ambulatório no Barão de Lucena

Os pacientes do Hospital Barão de Lucena, na Iputinga, Zona Oeste do Recife, serão atendidos em um novo ambulatório a partir de hoje. Com 27 salas, o espaço deve realizar 500 consultas por dia e aumentar em até 70% a capacidade de atendimento do centro médico. Inaugurado ontem pelo governo do Estado, o local faz parte do plano de restauração do hospital.

Iniciado em 2009, o projeto pretende resolver parte dos problemas estruturais do centro médico. “Vamos acolher os pacientes com mais conforto. As consultas são realizadas em espaços pequenos. E, por conta da reforma, ainda tivemos que reduzir o horário de atendimento”, confessou a diretora do hospital, Carla Albuquerque.

Atualmente, cerca de 500 pacientes são atendidos por dia no Barão de Lucena. Por mês, são até 15 mil consultas. Muitos reclamam da demora no atendimento. A aposentada Marinalva Teixeira, 65 anos não conseguiu uma consulta com um cirurgião vascular porque não tinha vaga e os novos atendimentos só serão marcados em janeiro.

A expectativa é de que, com o novo ambulatório, esse tempo de espera diminua. Segundo o governo, a capacidade será elevada para até 25 mil consultas mensais. Nas 27 salas, haverá atendimentos como pediatria, obstetrícia e clínica cirúrgica.

Ocupando 670 metros quadrados da área externa do Barão de Lucena, o ambulatório ainda conta com cinco salas de espera e um auditório, que vai receber palestras para pacientes e residentes. Além disso, dispõe de um posto de aleitamento materno e outro de coleta de sangue do Hemope – a única sala que não começa a funcionar hoje e continua sem previsão de inauguração.

O novo prédio custou R$ 4 milhões, mas todos os serviços previstos para o HBL estão orçados em R$ 36 milhões. Desde 2009, já foram concluídas as reformas das UTIs adulta e neo externa, das enfermarias de pediatria e obstetrícia, do bloco cirúrgico, e do laboratório de anatomia patológica.

Em março de 2014, devem ser concluídas as novas emergências obstétrica e pediátrica e a casa de apoio às mães dos bebês em tratamento.

Fonte: Jornal do Commercio

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