Novos medicamentos para pacientes com Aids

BRASÍLIA (ABr) – Duas novas formulações de medicamentos para pacientes com Aids começam a ser distribuídas esta semana pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A estimativa do Ministério da Saúde é que 135 mil pessoas em tratamento sejam beneficiadas. Uma das inovações, segundo a pasta, é o ritonavir 100 miligramas na apresentação termoestável, que poderá ser mantido em temperatura de até 30°C. A ideia é ampliar a adesão ao tratamento e facilitar a logística de armazenamento, distribuição e dispensação. O medicamento distribuído até então exigia armazenamento em câmara fria, com temperatura entre 2°C e 8°C. A rede pública também vai começar a distribuir o Tenofovir 300 miligramas composto com a lamivudina 300 miligramas em um único comprimido, o chamado 2 em 1. Atualmente, cerca de 75 mil pacientes estão em uso das chamadas monodrogas, utilizando um comprimido de Tenofovir e dois comprimidos de lamivudina 150 miligramas ao dia. Desde 1996, o SUS distribui gratuitamente o coquetel antiaids para todos que necessitam do tratamento. Atualmente, são oferecidos 22 medicamentos com 39 fórmulas. Os dados mais recentes da pasta indicam que, em 2013, 350 mil brasileiros faziam tratamento contra a Aids. A estimativa é que 720 mil pessoas vivem com HIV/aids no País, sendo que 150mil não sabem de sua condição sorológica. A prevalência de infecção de 0,4% na população sexualmente ativa (15 a 49 anos) é considerada estáve desde 2004. A taxa de detecção de Aids no Brasil está estabilizada em 20 casos a cad 100 mil habitantes, o que representa cerca de 39mil caso novos da doença ao ano. VACINA Os serviços públicos d saúde vão passar a oferecer a partir deste mês vacinas qu protegem gestantes e tam bém recém-nascidos contr difteria, tétano e coqueluche A inclusão é uma ação do Mi nistério da Saúde após o au mento de casos de coquelu che no País. A incidência d doença, que entre 1996 e 2010 foi inferior a um caso cada 100 mil habitantes, re gistrou nos últimos anos u aumento expressivo. E 2013, foram 3,3 casos por cada 100 mil com 110 mortes.

Fonte: Folha de Pernambuco

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