Otorrinos do HAM querem descentralização do serviço

Representantes do Simepe e médicos otorrinos do Hospital Agamenon Magalhães (HAM) estiveram reunidos nesta quarta (16), para avaliar o início das conversações com a Secretaria Estadual de Saúde (SES) sobre o perfil dos atendimentos naquela unidade de saúde pública. A categoria quer a descentralização e o referenciamento do serviço.

Hoje, com a concentração no HAM, o número de atendimentos aumentou consideravelmente, além da superlotação quase que constante de pacientes. Uma das reclamações dos médicos diz respeito a falta de segurança e critérios na recepção do Hospital. Os conflitos são inevitáveis diante da desorganização.

Na oportunidade, os profissionais apresentaram o resultado do estudo do perfil quantitativo e qualificativo da população atendida na referida unidade. Por exemplo: cerca de 706 pacientes foram atendidos no período de 22 a 27 de setembro passado em casos de emergência, ambulatório e procedimentos. O estudo ratificou a necessidade da descentralização, principalmente, na Região Metropolitana do Recife.

Os otorrinos solicitaram uma nova audiência com a SES, com a participação do Simepe, cujo objetivo é apresentar o estudo e, ao mesmo tempo, ajudar no processo de melhorias. Um ofício será enviado para a Secretaria de Saúde do Recife, visto que a rede municipal tem pouco e insatisfatório investimento no setor de Otorrinolaringolia.

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