Paciente que recebe medicamento, porém na farmácia do hospital em que é distribuído se encontra em falta, a penicilamina de 250 g. Por questão de sobrevivência, o ser humano foi obrigado a desembolsar, pagando preço de ouro. Como podemos exorbitar gastos de recursos com propaganda eleitoral, se na realidade o gargalo neste País é a saúde e a educação?
Valter Rocha – Goiana/PE
Fonte: Folha do leitor da Folha de Pernambuco



