PSF de Lagoa Grande só tem médico três vezes por semana

Por Alexandra Torres

Lagoa Grande – No posto do Programa de Saúde da Família – PSF 2 do Bairro Vasco, em Lagoa Grande, no Vale do São Francisco, médico tem dia e hora marcada: só comparece três vezes por semana e meio expediente. Ao contrário do que propõe o projeto que é o de ter uma equipe permanentemente junto à população, no posto além do problema com a auência de um profissional médico na maior parte do dia, ainda falta organização comunitária, não havendo o desenvolvimento de projetos de educação básica com o público local.

A fiscalização da Caravana do Cremepe/Simepe que visitou Lagoa Grande nesta terça-feira (23), também encontrou problemas no Hospital Municipal José Henrique de Lima. A unidade está com a sala de parto e o bloco cirurgico fechados, além de não oferecer segurança para os profissionais que operam o raio-x. Outro problema encontrado pela equipe foi a presença maciça de profissionais médicos com CRM da Bahia, atuando na unidade hospitalar.

Falta de mobilização – Não hove a realização do debate com a comunidade local sobre as temáticas da prostituição infantil e do uso de drogas, devido ao desinteresse da Câmara de Vereadores na articulação da população local. Porém, em conversa com representantes do Conselho Tutelar de Lagoa Grande, a caravana descobriu que o problema com drogas na cidade chega a atingir de 60% a 70% da juventude local, tendo já se transformado numa questão de saúde pública.

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