Halitose. Ou simplesmente mau hálito. Quem nunca passou um perrengue de falar em público, de pertinho, e estar om aquele bafinho desagradável? A presença de odor no hálito não deve ser algo recorrente – é sinal de que algo ão está funcionando bem. Erroneamente, diz a dentista Beatriz Alhanati, da Associação Brasileira de Halitose (ABHA), estômago é recorrentemente acusado de ser o vilão quando o assunto é mau hálito. as, pasmem, ele não tem ada a ver com isso. Segundo Alhati, existem 60 austas diagnosticadas que provocam o hálito ruim. As mais comuns, entretanto, estão liadas a doenças relativamente comuns, como o diabetes, por exemplo. “É certo que 90% as causas de halitose se origina da boca, e em muitos casos a alimentação é um dos principais fatores”, revela Alhai. Surpreendente? Então vamos lá. As recomendações alimentares para evitar o mau cheiro são importantes, sobretudo, nesta poca do ano, marcada pela lta da temperatura, as festas e fim de ano e férias. A qualidade e a composição dos alimentos devem ser observados ainda mais rigorosamente. VILÕES De acordo com a ABHA, as comidas gordurosas ricas em enxofre são campeãs na influência dos quadros de halitose. Explica-se. Porque se não forem bem metabolizadas, podem provocar gazes – resultado de fermentação bacteriana – podendo eliminar parte do gás formado pelo pulmão pela expiração carregada de cheiro desagradável. Mas não só elas. As bebidas alcoólicas (sempre elas!) são rainhas em dar mau hálito. Ao mesmo tempo, elas desencadeiam processos que só contribuem para a formação de odor ruim: alteram a flora intestinal, desidratam o organismo e levam ao aumento de descamação de células da mucosa bucal. Sem contar o óbvio. Já que modificam a resposta neurológica do indivíduo (nível de consciência), a higiene bucal pode ser esquecida facilmente ou feita de forma inadequada.
Fonte: Folha de Pernambuco



