A taxa de doação de órgãos em 2014 ficou 5% abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde e pela Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). O índice alcançado foi 14,2 doadores por milhão de população (pmp). O esperado era ter 15 pmp. Embora abaixo do que seria considerado ideal, a taxa de 2014 é significativamente superior a que havia sido identificada em anos anteriores. Em 2007, por exemplo, a relação era de 6,3 pmp. O conselheiro da ABTO e professor da Universidade Federal de São Paulo, José Medina Pestana, observa que a maior parte das cirurgias ainda é realizada no eixo Sul-Sudeste. No Nordeste, Recife e Fortaleza são os centros que apresentam os melhores resultados.
Fonte: Jornal do Commercio



