Resumo da reunião…

Nossos diretores consideraram produtiva a reunião de ontem, com o secretário de saúde, Alexandre Ayres. Foi dada liberação da GPF dos colegas do HGE, cuja retenção já estava preocupando a categoria – no máximo até segunda-feira todos receberão. Outro avanço, apesar de ainda não ser o ideal, é que o hospital da mulher não será administrado por organização social. Haverá um processo seletivo simplificado para preenchimento de vagas das diversas atividades profissionais. Esse processo será conduzido por uma comissão onde o Sinmed será parte ativa do início ao fim. Os interessados vão enviar currículos e o Sinmed vai acompanhar cada etapa seletiva, até a contratação, além de também opinar na definição do valor remuneratório conforme a carga horária de cada médico. O ideal seria um concurso público, mas ainda não foi dessa vez que conseguimos – vamos persistir. A ausência de outra OS já sinaliza um ganho.

Outra definição da Sesau na reunião de ontem é que os repasses feitos aos hospitais e autarquias (Uncisal) serão condicionados a folha dos médicos. Ou seja, os gestores terão que mostrar que pagaram em dia – só assim terão o repasse creditado pelo Estado. Foi a medida encontrada para evitar os atrasos, e a velha desculpa de que o governo não pagou. Para ‘‘amarrar’’ esse condicionamento a Sesau vai publicar na próxima semana, no Diário Oficial, uma portaria com novos critérios para o Programa Mais Saúde. O Sinmed estará atento, observando se essa novidade de fato vai solucionar o problema dos atrasos.

Sobre os precarizados da Santa Mônica, o secretário aceitou assumir metade do valor da folha, para garantir que os médicos recebam em dia. A proposta é suavizar em 50% o fardo financeiro da autarquia, adiantando dentro do mês trabalhado, a parte relativa a remuneração dos médicos. Já em relação ao desabastecimento a Sesau afirmou ter concluído as licitações com os diversos fornecedores. Ou seja, vai voltar a ter condição de regularizar as compras. A estimativa para o abastecimento é a partir de junho. O Sinmed queria para ontem, mas os trâmites burocráticos empurram o prazo para o meio do ano.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sindicato dos Médicos de Alagoas (Sinmed-AL)

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