Apesar da lei federal 11.445/2007, que define a Política Federal de Saneamento Básico, 40 milhões de pessoas não têm acesso a água potável no Brasil e só 46% dos domicílios têm coleta de esgoto, grande parte sem tratamento, segundo a Agência Nacional de Águas. A precarização do saneamento ambiental favorece doenças como a hepatite A, cólera, dengue e malária. Segundo o Datasus, de janeiro a setembro de 2014, o país registrou 212 mil internações por doenças diarreicas (50% no Nordeste). Esses dados revestem de importância a 1ª Conferência Livre de Saúde da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), que ocorre hoje, no Recife, para discutir novas propostas para as políticas públicas de saneamento e saúde ambiental no Brasil. “A Conferência Livre é um importante canal de mobilização pelo caráter participativo e democrático”, analisa o presidente do evento, João Henrique Rangel.
Fonte: Jornal do Commercio



