Em resposta às denúncias de insegurança feitas por médicos que, atuam na Emergência Policlínica Agamenon Magalhães/Afogados, o Simepe reuniu-se na última terça-feira (10/01), com gestores da Secretaria de Saúde do Recife, para discutir esse problema e o retorno imediato da vigilância à unidade, além da falta de insumos, de medicamentos e da estrutura física precária.
No que diz respeito à instalação de câmaras de segurança, pactuada em reunião no dia 23/11/16, com a participação do secretário Jaílson Correia e assessores, a ação também não foi executada. Quanto à questão da estrutura física, existe um projeto de reforma ainda não iniciado por falta de recursos financeiros, mas com previsão de início dentro de oito meses.
A vice-presidente do Simepe, Cláudia Beatriz, reafirmou o compromisso da entidade médica de continuar cobrando melhorias nas áreas de segurança, condições de trabalho e de assistência à população, em todas as unidades de saúde do Recife. “Os problemas estão acontecendo com frequência nos Postos de Saúde, Maternidades, Upinhas e Unidades da Saúde da Família. Os profissionais de saúde trabalham preocupados e inseguros. Reivindicamos que a Prefeitura do Recife garanta, neste momento, a segurança e a proteção necessárias, além de condições de trabalho adequadas de todos”, enfatizou. Nova AGE da categoria: dia 15/02, às 19h, na Associação Médica de Pernambuco (AMPE).



