Soro contra o ebola deve chegar em 2015

SÃO PAULOe BRASÍLIA (AE) – O Instituto Butantã está se preparando para desenvolver um soro contra o vírus ebola, em parceria com o Instituto Nacional da Saúde dos Estados Unidos, informou ontemo jornal “O Estado de S. Paulo”. Segundo o diretor do instituto paulista, Jorge Kalil, os últimos trâmites estão sendo feitos para a assinatura do contrato com o Instituto americano e, se as autoridades brasileiras liberarem a pesquisa, o novo soro estará disponível dentro de nove meses para aplicação em humanos. Kalil explicou que o soro é diferente de uma vacina. Na aplicação de vacinas, ocorre a chamada “indução de imunidade ativa”: O organismo é induzido a produzir os próprios anticorpos. Já na aplicação de soros o que ocorre é a “indução de imunidade passiva”.

“Nesse caso, pegamos os anticorpos já produzidos por outra pessoa ou por outro animal”. O novo soro deverá ser desenvolvido com base na imunização de cavalos com o vírus da raiva, em versão modificada com a proteína do ebola. Assimque o contrato for assinado, segundo Kalil, o Instituto Nacional norte-americano enviará o material biológico necessário para a imunização. “Acreditamos que a chance de dar certo é muito grande, porque a proteína do ebola que nos interessa para produzir o soro está na estrutura do vírus da raiva. Nós temos uma experiência muito grande na produção do soro contra o vírus da raiva. Muito provavelmente vamos conseguir um soro neutralizante contra o ebola semelhante ao soro d raiva”, disse Kalil.

TRÍPLICE VIRAL

O Ministério da Saúde con firmou ontemque 28 criança tiveram reações adversas de pois de receberema vacina trí plice viral produzida pelo la boratório Serum Institutte o India Ltda. Todas passambem Diante dessa constatação, pasta recomendou que se cretarias estaduais e munici pais evitem usar o produt em crianças que tenhamaler gia a leite de vaca. A reco mendação doministério é qu crianças com hiper-sensibili dade ao leite não sejam vaci nadas nesta etapa. A vacina indicada para crianças de u a cinco anos. O estado d Amazonas já determinou suspensão temporária da va cinação.

Fonte: Folha de Pernambuco

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