Déficit de profissionais nas escalas de plantão e superlotação na rede materno-infantil do Estado são os principais problemas que pautaram a reunião desta segunda-feira, 29/04, da nova gestão do Simepe. A presidente Cláudia Beatriz, o vice-presidente Walber Steffano e diretores executivos debateram sobre a grave crise, que nos últimos dias, avançou nas maternidades do Barão de Lucena, Agamenon Magalhães, Cisam, Hospital das Clínicas e IMIP.
Há alguns anos, os profissionais vem sofrendo com os problemas que assolam as maternidades no Estado, no entanto, na semana passada a situação agravou-se com restrição do atendimento nas maternidades de alto risco, quer seja por superlotação, déficit de médicos nas escalas de plantão, levando a grande desassistência as pacientes que buscaram atendimento. A situação não é diferente nas maternidades de risco habitual.
Soluções imediatas são necessárias para melhorar esse cenário cada dia mais caótico; o Simepe aponta para ações de curto prazo que venham a melhorar a assistência a população e trabalho dos médicos obstetras, neonatologistas e anestesistas, como provimento efetivo de médicos para composição das escalas, abertura de novos leitos e pleno funcionamento dos serviços. E a médio prazo a regionalização das maternidades.



