Sessenta pacientes do Hospital Getúlio Vargas se desesperaram, anteontem à tarde, com uma escavadeira que destruía a marquise da Emergência de adultos. A obra, que amplia o número de leitos, causou rachaduras nas paredes e teto, barulho e desconforto aos internos.
De acordo com o ouvidor da Associação de Defesa dos Usuários de Seguros, Planos e Sistemas de Saúde (Aduseps), Carlos Freitas, esses pacientes do HGV deveriam ter sido transferidos para iniciarem as obras. E não com eles tão próximos.
Fonte: Folha de Pernambuco



