Karla Guerra, coordenadora jurídica da Aduseps, diz que existem queixas de usuários que precisam de exames mais sofisticados relacionados à genética e são negados. A preocupação da advogada é com a oferta dos testes nas redes assistenciais.
Em nota, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde), que representa as seguradoras, informou que “o aprimoramento e a redefinição dos critérios de cobertura desses procedimentos visam a mitigar alguns problemas verificados em procedimentos genéticos, muitas vezes relacionados à ausência de indicação médica explícita e aplicável à realização desses exames”.
Através de nota, a Abramge, entidade que representa as operadoras de medicina de grupo, considera importante a incorporação tecnológica relacionada a exames genéticos, do ponto de vista preventivo e terapêutico. Acrescenta que o impacto financeiro deverá ser objeto de avaliação atuarial para cálculo das mensalidades das operadoras filiadas.



