A UTI coronariana do Hospital Real Português ficou todo o domingo (21) com o ar-condicionado quebrado, pondo em risco a vida de pacientes em estado grave. Como pode um hospital tão bem conceituado e que é referencia não possuir um contrato de manutenção que possa resolver esse tipo de problema a qualquer hora? Temo pela vida de minha mãe, que tem 75 anos, e está num local onde deveria ter o máximo conforto.
Antonio Carlos Cavalcante acagc@yahoo.com.br
Que venham!
Sobre a “importação” de médicos
Sobre médicos cubanos, o exemplo dado não é representativo. O médico citado, neto de um brasileiro histórico e filho de um sociólogo de nome, nada mais faz do que sua obrigação de manter a honrada linhagem familiar. Os demais médicos brasileiros formados em Cuba e na Bolívia querem voltar porque não conseguiram passar no exame vestibular daqui. Seria uma deslealdade com os nossos estudantes, que aqui se matam de estudar, admiti-los assim. No Brasil já há um excesso de escolas médicas. Há mais do que nos EUA. Só perdemos para a Índia com bem mais de um bilhão de habitantes. O que faltam são leitos de hospital, gaze, esparadrapo e gestão do sistema.
José Maria Gomes jmaria261@gmail.com
Fonte: Jornal do Commercio



