Entidades cobram mais apoio

Cerca de 13 milhões de brasileiros têm alguma doença rara, número que deve aumentar consideravelmente devido ao surto de microcefalia, malformação do cérebro que está associada ao zika vírus. Chamar a atenção da sociedade e dos gestores públicos para o problema é um dos objetivos da 1ª Semana Estadual de Conscientização sobre Doenças Raras, que começou ontem e segue até a próxima segunda-feira (29) da próxima semana. A abertura, com apresentações culturais, aconteceu de manhã na Praia de Candeias, Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife.

“Precisamos ter a definição de uma política pública para as pessoas com doenças raras e suas famílias, ainda mais agora com tantos casos de microcefalia. Não existem centros especializados para atender esse público. A ideia é que, durante essa semana, possamos debater o assunto e mostrar a importância dele para a sociedade”, observa Pollyana Dias, presidente da Aliança de Mães e Famílias Raras (Amar), uma das entidades que organiza o evento. A entidade já conta com 35 mulheres que tiveram filhos com microcefalia e que recebem assistência jurídica e social.

O Dia Mundial das Doenças Raras é comemorado em 29 de fevereiro, justamente por ser considerado um dia raro. Como a data só existe a cada quatro anos, a celebração é transferida para o dia 28. Além da Amar, a Semana de Conscientização foi pensada pela Associação dos Familiares, Amigos e Portadores de Doenças Graves (Afag) e pela Associação Pernambucana de Mucopolissacaridoses-Breno Bloise de Freitas (AMPS). A abertura aconteceu no Projeto Praia Sem Barreiras, da Uninassau, parceria da iniciativa privada com as prefeituras do Recife e de Jaboatão.

Cerca de 13 milhões de brasileiros têm alguma doença rara, número que deve aumentar consideravelmente devido ao surto de microcefalia, malformação do cérebro que está associada ao zika vírus. Chamar a atenção da sociedade e dos gestores públicos para o problema é um dos objetivos da 1ª Semana Estadual de Conscientização sobre Doenças Raras, que começou ontem e segue até a próxima segunda-feira (29) da próxima semana. A abertura, com apresentações culturais, aconteceu de manhã na Praia de Candeias, Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife.

“Precisamos ter a definição de uma política pública para as pessoas com doenças raras e suas famílias, ainda mais agora com tantos casos de microcefalia. Não existem centros especializados para atender esse público. A ideia é que, durante essa semana, possamos debater o assunto e mostrar a importância dele para a sociedade”, observa Pollyana Dias, presidente da Aliança de Mães e Famílias Raras (Amar), uma das entidades que organiza o evento. A entidade já conta com 35 mulheres que tiveram filhos com microcefalia e que recebem assistência jurídica e social.

O Dia Mundial das Doenças Raras é comemorado em 29 de fevereiro, justamente por ser considerado um dia raro. Como a data só existe a cada quatro anos, a celebração é transferida para o dia 28. Além da Amar, a Semana de Conscientização foi pensada pela Associação dos Familiares, Amigos e Portadores de Doenças Graves (Afag) e pela Associação Pernambucana de Mucopolissacaridoses-Breno Bloise de Freitas (AMPS). A abertura aconteceu no Projeto Praia Sem Barreiras, da Uninassau, parceria da iniciativa privada com as prefeituras do Recife e de Jaboatão.

Fonte: Jornal do Commercio

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