O ano de 2015 representou um marco para a medicina de Pernambuco. Completou-se um século da instalação da primeira escola. Da antiga Faculdade de Medicina do Recife aos dias atuais, oito cursos foram criados com autorização do Ministério da Educação, sete nos últimos 11 anos, e quatro já entregam ao mercado, anualmente, mais de 500 profissionais. A formação permanece concorrida e exigindo muito estudo prévio. As quatro mais altas notas do Enem na primeira chamada do Sisu 2016, na UFPE, foram de futuros médicos. A novidade é que vão cursar no câmpus Agreste. Descentralizar a formação para distribuir os doutores, torná-los capazes de dominar tecnologias e de compadecer-se da dor do paciente, compreendendo seu ambiente social, são desafios reforçados por diretrizes curriculares definidas nos últimos dois anos. Wyllamys Lima (foto), de Garanhuns, começou os estudos conhecendo quilombolas de Castainho. Veronica Almeida (texto) e Guga Matos (fotos) retratam esse momento de reinvenção da medicina. Visitaram centros formadores, ouvindo quem ensina e aprende. Na percepção de alunos, conheça estilos e desafios, além de impactos no SUS.
Fonte: Jornal do Commercio



